quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

I Congresso Nacional Jean-Jacques Rousseau -- UFMA

O I Congresso Nacional Jean-Jacques Rousseau – UFMA: Idiossincrasias e Diálogos é uma iniciativa do Grupo de Estudo e Pesquisa Interdisciplinar Jean-Jacques Rousseau – UFMA (GEPI Rousseau – UFMA). Tem por objetivo a integração dos vários orientandos da iniciação científica, da Pós-Graduação, bem como de pesquisadores da comunidade acadêmica cujas pesquisas se relacionam à obra do pensador genebrino Jean-Jacques Rousseau.

Tal evento, com a temática Idiossincrasias e Diálogos, pretende abarcar a diversidade de trabalhos e reflexões desenvolvidas atualmente no Brasil acerca da filosofia de Rousseau e suas implicações com as ciências humanas e sociais, na perspectiva em que insira de forma regular, a Universidade Federal do Maranhão no debate nacional sobre os temas estudados acerca desse autor.

O filósofo Rousseau praticou uma variedade de gêneros possíveis; segundo o próprio, todos objetivando atingir os mesmos princípios, apenas mudando o tom e variando na escrita, passando por obras de política, romance de formação, peças musical e teatral, contos, romance de amor, além de seus intensos monólogos e uma vasta prática epistolar que, juntamente com os textos de apologética, compõe o gênero da memória.

Vários outros autores tentaram interpretar Rousseau com as nuances de suas próprias ideias, para nele reconhecer ora um precursor, ora um inimigo teórico íntimo. Mas, esses múltiplos diálogos sobre o filósofo não resultariam exatamente da excentricidade de suas idiossincrasias, principalmente, o fato de seus discursos dependerem de gêneros tão variados? Daí a justificativa da abordagem temática do I Congresso Nacional acerca do Rousseau no Maranhão ser sobre suas Idiossincrasias e seus Diálogos, pois possibilitaria encontrar uma chave de leitura de problemas fundamentais da filosofia contemporânea. Afinal, são poucos os filósofos que conseguiram produzir uma obra que permaneça objeto de debate 300 anos depois de seu nascimento, Rousseau é um deles.

Dessa forma, são motivações como essas expostas aqui, que podemos insistir na leitura e discussão de seus textos em um grande debate, tanto por meio de suas idiossincrasias, quanto por meio de inúmeros diálogos travados com uma infinidade de autores de diversas áreas do conhecimento. Colocando a Universidade Federal do Maranhão no centro dos debates mais atualizados acerca do filósofo genebrino Jean-Jacques Rousseau.


Mais Informações acesse o site: http://www.congressorousseau.com.br/

Ponto de Vista.........................

Fico cá com meus pensamentos sobre os últimos acontecimentos que ocorreram em nosso país, por ocasião da manifestação do aumento das passagens de ônibus no Estado do Rio de Janeiro e, que em fato lamentável ocorreu a morte do cinegrafista da Rede Bandeirantes de televisão. Numa operação em tempo record, a polícia brasileira indentificou, perseguiu, prendeu e a mídia já condenou os dois rapazes acusados de cometerem este ato horripilante. Longe de mim usar aqui algum argumento para defender esses indivíduos, mas no meu entender as autoridades brasileiras usam dois pesos e duas medidas nos casos que se apresentam, exemplo disso, lembro-me à algum tempo atrás do caso de um filho de um megaempresário brasileiro que atropelou e matou um ciclista, por estar em trafegando em alta velocidade e, nem por isso foi perseguido e preso, pois neste caso nem precisava de identificação. Outro caso que me vem a memória é o caso da boate Kiss, fato mais que lamentável onde morreram mais de duzentas e quarenta pessoas, por pura negligência dos donos da boate, que segundo dão conta as informações, os alváras de funcionamento encontramvam-se vencidos, não havia extintores de incêndio suficientes na cas de show, saídas de emergência não existiam, enfim, até agora ninguém foi preso e muito menos condenado. Cito somente estes casos, porque se citar mais ficarei muito triste e até certo ponto revoltado com esta situação.  

Assim penso eu que essas manifstações que estão acontecendo em nosso país são legítimas, e mais, extremamente necessárias, claro que, lamento profundamente a morte de um trabalhador, não lemento somente por ser ele um jornalista, como alguns estão dando a entender, mas lamento porque ele era gente como eu e voçê que está lendo esta postagem, aliás, todos nós cidadãos temos o direito de sermos atendido em nossas necessidades junto ao poder público como foi o caso deste jornalista, em que seu homicídio praticamente já está esclarecido. Quantos de nós simples mortais estamos aguardando uma solução para nossos casos e até agora nada concreto. Porém retornado ao inicio do parágrafo, acho as manisfestações legítimas, porque elas lutam por algo concreto, por mudanças que, diga-se de passagem a tempos estamos esperando e, apesar das críticas de alguns quanto a inclusão dos black bloc e sua forma de agir, acho que eles estão fazendo o seu papel, que é o de se virar para o problema da mesma forma que o probelma tem se virado contra a população, quantos de nós já fomos assaltados, roubados, insultados, humilhados e destratados e de certa forma violentados pelo poder público que, ao contrário de tudo isso, deveria era nos proteger. Todos os dias saimos de casa sem sabermos se vamos retornar a noite, se precisamos de um atendimento hospitalar, esperamos no mínimo três horas de fila, isso quando somos atendidos, pois na maioria das vezes, nem somos atendidos. Mesmo os black bloc usando de "atos de violência" como alguns estão dizendo, essa suposta violência se reporta aos símbolos do capitalismo, como bancos e grandes estabelecimentos comerciais, os quais detêm o poder econômico de nosso país, portanto, quando se está em guerra devemos atingir o inimigos onde ele é vulnerável. Nunca vi este grupo se reportar a destruição de hospitais, ambulâncias e afins, não é sua tarefa, sua tarefa é aparecer e deseparecer, nem mesmo levantar bandeira de lado, ou partido politico a função dos black bloc é agir e sumir.

Devemos ter cuidado, pois a partir de agora seremos bombardeados por uma enxurrada de acusações e palavras de ordem contra as manifestações em todo o Brasil, mas vejamos, esse infeliz fato da morte do cinegráfista da Bandeirantes não pode abalar o sonho de um povo e sua luta liberdade política e social, pelo contrário, devemos continuar nossa luta em memória desta vida que se foi, para que essa perda não se torne  em vão, sim em lembrança desse trabalhador o Povo Brasileiro deve continuar sua luta por uma sociedade mais justa e igualitária para todos. O Povo nãoé contra a sua Seleção de Futebol, mas é contra a corrupção que vêm se instalando em nome dela. Povo Unido jamais será vencido.

Meus Pensamentos.................................

Edney Silva        

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Viver é sentir a vida II

Sempre gosto de refletir sobre a vida, pois gosto muito de viver, e, é por isso que volta e meia retorno a este assunto, pois para mim viver é uma aventura diária, uma jornada surpreendente, que precisa ser sentida, tocada, percebida, respirada, enfim precisa ser vivida em ação e sentimento. A vida é curta e não sabemos até quando disporemos dela, até quando ela estará ai, nos dando esta alegria dia-a-dia de adormecermos e despertamos do nosso sono. Por outro lado, este não saber, nos dá o incentivo certo e necessário para vivermos plenamente a cada manhã. Viver não é passar anos e anos sobre a terra, vagando, vegetando e sobrevivendo como se fossemos nascidos para semente, nascidos para sempre, não, a vida não é só isso, é muito mais.

 Outro dia li, que existem dois tipos de pessoas no mundo, existem as pessoas que estão na arquibancada, assistindo a uma partida de futebol, e existem aquelas que estão jogando, ou seja, existem pessoas que passam a vida apenas observando e torcendo pelo sucesso das outras e, acabam se esquecendo de viverem as suas próprias vidas, ficam em situação de inércia e deixam, por assim dizer, suas vidas passarem, é como um vento que sopra no oriente e se mostra no ocidente, rapidinho passa, não é? Enquanto isso existem as pessoas que estão jogando, que se dispõem a viver, a participar, a fazer algo ou alguma, que colocam a sua existência em propósito contínuo. Viver é sentir a vida, esta frase muito me anima e me incentiva a fazer sempre mais pela minha existência, não é preciso muito para sentir a vida, é preciso apenas ter a simplicidade necessária para perceber que tudo que a vida nos proporciona dependerá de nós para ser uma coisa boa ou ruim. Não são as ações que tomamos, mas sim as escolhas que fazemos que nos fazem ser quem somos. Cada um de nós vive uma experiência única, ninguém pode viver a vida de ninguém, cada um deve viver a sua. A vida é singular e única, portanto, sinta-a fluir pelo seu corpo, aproveite cada minuto como se fosse único, ame e se deixe ser amado, abrace e se deixe abraçar, conheça e se deixe conhecer, sinta e se deixe sentir e finalmente viva e se deixe viver. Sentir a vida é participar desta dança maravilhosa, neste salão glorioso, que se chama mundo. Não somos estátuas de mármore, as quais têm sempre a mesma expressão a que o artista lhe presenteou, umas têm semblante triste, outras têm semblante alegre, e elas não possuem escolha, pois, foram assim esculpidas, mas nós não somos assim, somos seres de ação e sentimento, portanto, sentir a vida é tocar e ser tocado, é interagir e ser interpelado, é estar de bem, é estar alegre, é estar confiante, é estar feliz consigo mesmo e com seu semelhante, é ser gente, é ser povo, é ser humano.

Por fim, viver é simplesmente participar do hoje, do agora, do presente. Viver é realmente uma dádiva de Deus, por isso que viver para mim é um privilégio e, me permitam dizer, viver é tudo de bom. Porém, não devemos nunca esquecer que a vida é curta e precisa ser vivida intensamente.


Em memória de Dona Liduina, pessoa conhecida minha e parente de minha tia Elza, da parte do seu esposo, faleceu nas primeiras horas de hoje dia 27 de dezembro de 2013, no Hospital do Coração em Messejana. Lutou até o fim pela sua vida, mas era sua hora. Siga em Paz e que Deus conforte a família.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal e Ano Novo

É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito o que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar......(O Hobbit, J.R.R Tolkien).

Quando se aproximam as festas de Natal e fim de ano, eu fico muito pensativo e passo a refletir mais sobre as minhas ações e atitudes, e na maioria das vezes só consigo me lembrar do mal feito que pratiquei, seja ele voluntário ou involuntário,  e planejo, quase sempre, pedir desculpas pelo que fiz. Mas lendo o livro acima, é não leio somente livros de filosofia e teologia, rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs, encontrei essa pequena citação, que de imediato abriu meu pensamento a respeito do assunto, será que isso tem um fundo de verdade? Será que as coisas são assim mesmo? E por que são assim? O tema é por certo interessante e instigante. Será que é por isso que os programas sensacionalistas de plantão, que nos informam sobre tanta criminalidade e violência, têm mais audiência do que programas que nos trazem notícias boas e agradáveis. Pois é, notícias ruins e desagradáveis dão uma boa história e levam um bom tempo para serem contadas e recontadas, até a exaustão, enquanto, os feitos e notícias boas e agradáveis perdem o ibope cedo demais.
É por isso que, quando vamos refletir sobre nossas ações, temos bastante cuidado em descobrirmos se ofendemos alguém diretamente, ou por meio de alguma coisa, por que infelizmente, podemos acertar 99% e errar apenas 1%, mas pasmem! Seremos lembrados pelo 1% que erramos e não pelos 99% que acertamos. Mas não é para ser assim, e não deve ser assim, precisamos nos livrar desse pensamento que nos foi imposto, sim imposto, pois não nascemos pensando, aprendemos a pensar, alguém ou alguma coisa(Sistema, Instituição e etc.) nos ensinou, mas o bom disso tudo é que podemos mudar, podemos transformar a nossa maneira de ver e compreender o mundo, podemos ter nossas próprias experiências, podemos fazer e dar rumo certo a nossa existência, enquanto seres humanos. Nem sempre o discurso ou a história vencedora nos torna também igualmente vencedores, é preciso descobrir a verdade, é preciso conhecer e tirar nossas próprias conclusões, nem tudo que parece ser é, como diz o ditado popular “as aparências enganam”, não precisamos seguir a maioria, levantar sempre as mesmas bandeiras, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, diz “Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminarem, lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterizar”, precisamos ser nós mesmos sempre, acreditar em si é o primeiro passo para a concretização dos nosso sonhos. O que estou querendo dizer é que as pessoas erram e jamais deixarão de errar, mas é preciso acreditar nelas, é preciso dá-las uma chance de acertarem, de se redimirem, de serem pessoas melhores, acreditem nas pessoas, pois estou convencido de que existem mais pessoas boas neste mundo, do que não boas.
Sei que nunca serei perfeito, e que sempre vou cometer erros, porque sou humano, sou pessoa, sou gente, mas quero a cada dia ser um ser humano melhor, e continuar contando com a amizade de todos vocês, pois sem amigos não se consegue viver, obrigado a todos os meus amigos e amigas, que estiveram comigo durante o transcorrer desse ano que ora se finda. Desejo a vocês um Feliz Natal de Paz e Luz, naquele que é a luz que ilumina a todos, JESUS CRISTO, a Luz deste mundo, e que em 2014 todos os nossos sonhos e realizações se concretizem.

Edney Silva